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28 de setembro de 2012

Passando a sacolinha...

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS, criado pela Lei nº 5.107, de 13 de setembro de 1966, vigente a partir de 01 de janeiro de 1967, atualmente regido pela Lei 8.036, de 11 de maio de 1990, é gerido e administrado por um Conselho Curador.

O Conselho é um colegiado tripartite composto por entidades representativas dos trabalhadores, dos empregadores e representantes do Governo Federal.

Na ultima reunião deste conselho, os representantes de trabalhadores e empresários do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) não chegaram a acordo com representantes do governo e a decisão sobre o aumento do teto para compra de moradia pelo programa Minha Casa, Minha Vida foi adiada.

O governo propõe manter o teto salarial para participação no programa em R$ 5.000,00 (cinco mil reais), podendo vir a mudar as faixas entre o piso e o teto que definem o valor do subsídio. Além disso, o valor máximo do subsídio poderá subir de R$ 23 mil para R$ 25 mil.

Os representantes do governo também pretendem aumentar o valor máximo dos imóveis aptos a serem financiados, passando de R$ 170 mil para R$ 190 mil no RJ, em SP e no DF, partindo da premissa que esse incremento irá aumentar o uso por quem quer comprar casa própria da linha subsidiada e, assim, estimular a economia.

Há também na pauta proposta de redução dos juros que remuneram o fundo e os bancos que emprestam os recursos. Nesse ponto, houve discordância entre representantes dos trabalhadores e do governo, que pretendia aumentar a remuneração dos bancos que emprestam recursos do FGTS para compensar parte da queda dos juros.

Diante deste cenário, caro leitor, resta a impressão que os incrementos que o gboverno pretende colocar em prática, em nada servirão para a classe média e a classe baixa, muito menos para os estados do nordeste, ficando apenas uma ultima indagação: Para que aumentar a remuneração dos bancos? Já não ganham o suficiente neste país?

No mínimo, dá para rir não é?

O QUE É MÓVEISCARD?

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira, 25, novas condições para o Construcard, cartão destinado à aquisição de materiais de construção. Os ajustes no produto são válidos para clientes com renda individual mensal de até R$ 1.600,00.

Após recentes modificações feitas no cartão, que teve prazo ampliado de 60 para 96 meses e taxas de juros reduzidas, a Caixa criou agora nova faixa de taxa para o produto. As novas condições permitem juros de 0,90% ao mês + TR e prazo de até 72 meses para pagar, atendendo à parcela da população com menor renda. A taxa passa a valer a partir de 1º de outubro.

A Caixa também divulgou nesta terça-feira a criação do Moveiscard, um cartão para financiamento de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos. O novo cartão será comercializado a partir do dia 1º de outubro nas agências da instituição financeira e poderá ser utilizado em diversas lojas credenciadas em todo o País.

O cartão financia até 100% do bem, com prazo de até 60 meses, sendo dois meses de utilização e 58 meses de amortização, com taxas de juros que variam de 0,90% a 1,80% a.m. A menor taxa é destinada aos clientes do Programa Minha Casa Minha Vida - Faixa I, com renda familiar de até R$ 1.600,00.

Para ter acesso ao Moveiscard, o interessado deve se dirigir a uma agência da Caixa e apresentar documento de identidade, CPF, comprovante de renda e endereço. A utilização dos recursos será feita por meio de um cartão e o pagamento das prestações, em débito em conta.

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