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23 de novembro de 2012

Urbanismo em Pauta

Hoje, passaremos a analisar outro aspecto do mercado imobiliário, que é o URBANISMO. Sim! Em meio a um nome tão impoluto, encontramos um setor importantíssimo para todos nós, que é o trânsito. A cada dia comenta-se em qualquer roda de cidadãos natalenses, que “o trânsito está ruim”, que “a quantidade de carros está aumentado todos os dias”, que “a prefeitura não está cuidando do trânsito”, que “os amarelinhos estão apenas multando e não educam ninguém”.

Estes são os comentários mais repetidos em todas as conversas que versão sobre este tema: TRÂNSITO. Na realidade, temos aqui dois aspectos principais que deveriam ser analisados e discutidos: 1. A EDUCAÇÃO DO MOTORISTA e 2. A ESTRUTURA DA PREFEITURA. Lógico, que se analisarmos nosso universos de condutores, veremos que poucos têm o real preparo educacional necessário ao convívio nas ruas e estradas, o que enseja na necessidade do poder público de educar. Atente, caro leitor, que educar não é fazer propaganda, pois esta ultima se faz muito, com e sem qualidade para o fim específico. EDUCAR corresponde a mostrar erros e apontar soluções para a resolução dos conflitos diários que surgem no dia-a-dia de todos.

Quanto à ESTRUTURA DA PREFEITURA, preciso aqui abrir um capítulo à parte. Ontem, depois de ficar parado em uma rua no bairro de Tirol por quase 25 minutos, tentei fazer uma denuncia ao órgão de trânsito. Para que? Com certeza para me estressar mais ainda! Depois de conseguir o telefone da SEMOB, fui orientado a ligar para outros 10 (dez) números diferentes. Sim! 10 (dez) números! Tudo isso para que eu pudesse fazer uma denúncia de falta de educação de um usuário de trânsito.

Depois de toda esta luta e vendo que muitos dos números não davam em nada e chegavam a lugar algum, deparei-me com uma funcionária (que até então, julguei ser a única que realmente trabalhava na secretaria) que atendeu-me e anotou o ocorrido. Perguntem-me: da hora do ocorrido à hora da anotação da denuncia, quanto tempo decorreu? Respondo: 3 horas. Dá para ser feliz?

O setor imobiliário não pode crescer sozinho e nem pode se julgar uma ilha de prosperidade em meio ao caos! Não é de hoje que os empresários da construção civil promovem discussões técnicas com suas equipes para criar “soluções caseiras”, entendendo-se estas, como um conjunto de medidas que visam diminuir o impacto de trânsito de seus empreendimentos. A título de exemplo, temos os Shoppings da cidade que buscam ampliar suas praças de estacionamento, facilitando assim o acesso de seus clientes e conseqüentemente o problema de trânsito no entorno. Outro exemplo que podemos citar é o lançamento de empreendimentos imobiliários residenciais com um número maior de vagas, ampliando das normais 2 (duas), para as atuais 4 (quatro) vagas  de estacionamento.

Estas são algumas providências que o setor imobiliário projeta e executa, mas que sem a postura pró-ativa pública, não se converte em solução, significando apenas paleativo a esta grava solução.

Diante desse cenário, vai uma pergunta que não quer calar e gostaria que cada um de nós, encontrasse uma resposta: COMO SERÁ QUANDO CHEGAR A COPA 2014?

QUEDA DE PREÇOS DOS IMÓVEIS?

Os jornais paulistas anunciam uma queda de preço dos imóveis novos. As incorporadoras apontam uma estabilidade. Por aqui, vê-se a olho nú que existe uma grande oferta de imóveis de classe média, dois quartos, bairros mais populares. Acredita-se que este seja um excelente momento para a compra de unidades, visando aproveitar a possibilidade de negociação dos preços para baixo.

Você, consumidor, fique de olho! Uma boa negociação poderá lhe render alguns pontos percentuais de desconto, resultando quem sabe, na quase isenção dos custos de documentação de seu novo imóvel. Vale a pena conferir!

DICA DO COLARES

O Corretor de Imóveis é a alma da “boa venda”!

 

Colares busca parceiro para criar índice imobiliário.

O advogado e contabilista Fernando Colares busca parceiro imobiliário para a criação de índice inflacionário imobiliário que irá apontar à população em geral, a evolução ou queda de preços nas transações imobiliárias, por bairro, da grande natal. A proposta é criar um índice que norteie os vendedores e locadores, quanto à variação de preços dos imóveis, mês a mês e por tipo de transação (venda  ou aluguel). Poderá ser uma grande ferramenta de negociação futura.   


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